quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
NÃO É FÁCIL, MAS VOCÊ PODE SUPERAR
Dia a dia enfrentamos grandes
dificuldades, grandes montanhas que se erguem diante de nossa vista. Temos a
escolha de superá-las e mudarmos a paisagem que nos rodeia ou temos a escolha
de estacionarmos e lamentarmos nossa sorte. Se continuarmos, o que não é fácil,
um dia superaremos. Se estacionarmos, o que é cômodo, jamais superaremos nossos
traumas. A escolha é nossa. No dia 7 de maio do longínquo 1824, na fria Viena,
um talentoso compositor regia sua primeira execução sinfônica. O auditório
estava cheio e a recepção foi entusiástica. Esse homem parecia colocar muita
emoção em sua música, de uma maneira apaixonante e heroica. Ao final da
execução o auditório rompeu-se em estrondoso aplauso, porém o maestro
simplesmente continuou lá, de costas para a platéia, tranquilamente virando as
páginas de sua partitura. Finalmente, uma cantora no palco teve que puxa-lo
pela manga e apontar-lhe a platéia. Foi somente então que Ludwig Beethoven,
completamente surdo, virou-se e curvou-se graciosamente. Ele não podia ouvir
nada dos aplausos. Ele não podia ouvir nenhuma nota do que estava regendo. Mas
toda a sinfonia estava lá, em sua cabeça, e ele lhe dava uma dramática e
gloriosa expressão. Beethoven tinha boas razões para apreciar aquela noite
inesquecível. De certa forma ele compôs contra seu passado, transformando
feiura e desapontamento em algo bonito. Talvez ele se lembrasse de uma cena de
anos atrás, quando ainda era um garotinho e, meia-noite, em profundo sono, foi
acordado por seu pai bêbado aos tapas. O pai exigiu que ele tocasse piano para
seu convidado. E então, de bom grado e limpando as lágrimas da face, o garoto
foi até ao piano e começou a tocar - por horas. O pai de Ludwig era áspero e
cruel com seu filho. Alguns acreditam que a surdez de Beethoven pode ser o
resultado, pelo menos em parte, do abuso que ele recebeu quando criança. Então,
havia muita raiva e ressentimento dentro deste talentoso indivíduo enquanto ele
crescia. Mas felizmente ele encontrou uma forma de expressa-los positivamente.
Ele superou a prisão de sua surdez. A música de Beethoven não é apenas doçura e
leveza. É também, clamor e anseio. Mas ele expressou o mais profundo do seu
íntimo; transformou tudo isto num dom, um dom que emocionou profundamente
aquela platéia em Viena e ainda emociona todo mundo hoje. Beethoven resolveu
continuar caminhando. Não esmoreceu diante dos altos montes das dificuldades.
Lutou para mudar a paisagem de sua estrada e conseguiu.
Percebo que o primeiro passo
para vencer é abrir o coração ao invés de se fechar firmemente ao redor do
ferimento. Às vezes, em lugar de tentar enterrar as cicatrizes, tentamos
manobrar para que outros as assumam. É claro que temos a quem culpar na maioria
das cicatrizes do passado. Mas freqüentemente eles já estão fora de cena.
Geralmente culpamos o outro
pelos nossos sentimentos, ao invés de assumir a responsabilidade por eles.
A melhor solução, aquela que
liberta-nos de fato de nossos algozes do passado se chama perdão. Só com ele
superaremos. Agora, perdão é uma palavra muito difícil para as pessoas que têm
sido abusadas e traumatizadas por alguém. Elas estão muito feridas, e o ofensor
raramente está arrependido. Como perdoar alguém que arruinou toda a sua vida?
Bem, de fato, o ato de perdoar
é um importante passo em evitar que esta pessoa, arruíne o resto de sua vida. A
lembrança do abuso continua perseguindo porque você tem alimentado isto com
muita raiva e amargura através dos anos. Só a raiva parece fazer sentido quando
você sofre abuso. Na realidade, ela é uma reação apropriada ao abuso. Desabafar
sobre a dor do passado é saudável. Mas, algum dia, teremos que assumir a
responsabilidade sobre como continuaremos a reagir aos traumas do passado.
Vamos ficar continuamente remoendo isto, ou vamos transformar este passado
negativo em algo mais positivo? Você não é responsável pelo mal que lhe
fizeram. Não, não é. Porém, você é responsável pelo modo como reage a esse mal.
Então, precisamos expressar a Deus perdão para o ofensor. Perdão não significa
dizer que o ofensor agiu certo. Não significa justificar as ações dele ou dela.
O que o perdão significa é isto: libertar o indivíduo da nossa condenação.
Decidimos que não iremos mais carregar um fardo de ressentimento e condenação
por toda parte. Vamos entregá-lo a Deus.
Como podemos perdoar o ofensor?
Somente expressando o perdão que Deus nos dá pregado na cruz orando: "Pai,
perdoa-lhe, porque não sabem o que fazem".
O perdão nos liberta do fardo
da condenação. Entregamos o ofensor nas mãos de Deus. Impedimos que o ofensor
destrua o resto de nossa vida. E somente o perdão pode nos libertar de um
passado doloroso. É muito melhor ter alguma coisa para dar, do que algo
negativo a que se apegar. Só existe somente uma maneira de nos livrarmos dessas
velhas, dolorosas marcas e cicatrizes: desfazendo-nos delas. Não podemos nos
esconder de um passado doloroso; não podemos negar um passado doloroso. Não
podemos manipular os outros para assumi-lo. Mas podemos nos desfazer dele.
E só Jesus pode fazer com que
você supere, deixando o que precisa ser deixado pra trás. Deixe-o começar a
trabalhar em sua vida agora mesmo. Abra o coração para ele. Abra todos os
cantos escuros; todos os segredos do passado. Seu infortúnio está seguro com
ele. Leve-os a ele agora mesmo, aos pés da cruz. Não é fácil, mas você irá superar...
Arnildo Klumb
Pastor da Igreja Presbiteriana
do Brasil em Campo Mourão
(pastor Arnildo trabalha com
aconselhamento na área familiar e espiritual. Fone: (44) 99481099).
terça-feira, 21 de agosto de 2012
MUDANÇA NÃO VEM DE FORA PRA DENTRO

Ouvi uma história dias atrás de um pastor amigo meu.
O mesmo cumprimentou um irmão com o costumeiro: - Tudo bem?
Ao que a resposta foi: Mais ou menos... Ah pastor, vou mentir
não, a vida está uma droga... Ganho pouco, gasto muito.. Tenho dívidas... Os
filhos estão desobedientes... A mulher parece uma goteira em noite de chuva
incessante, pingando sem parar --- pim, pim...
Irmão, vou lhe dar um remédio, o Senhor
promete tomar? Se o senhor tá
falando pastor, quem sou eu pra duvidar. Qual o remédio?
O senhor vai ler o Salmo 23 umas 4 vezes por dia, todos os dias dessa semana até domingo que vem e eu vou orar pelo senhor todos os dias ---
promete tomar esse remédio?
Éeeee..
Se o senhor tá dizendo --- não custa nada mesmo...
Ai chega o outro domingo. O pastor na porta da Igreja e lá vem o irmãozinho: Oooo Pastor, bom dia... Tudo bem pastor?
Tudo bem, e o senhor???
ÓTIMO PASTOR... Melhor estraga...
E como vai o salário? MÍNIMO... E as dívidas?? Correndo atrás pastor...
E os filhos?? DESOBEDIENTES... e
a mulher – PINGANDO..Mas, pastor, O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes.
Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da
justiça por amor do seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da
morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo; o teu bordão e o teu
cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus
adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão
todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre.
A LUTA NÃO TINHA MUDADO ---- MAS ELE ESTAVA MUDADO..
Mudamos, não quando a circunstância muda, mas quando olhamos pra DEUS.
Deus te abençoe.
Pr. Arnildo Klumb
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
REFLEXÃO PARA O DIA DOS PAIS
COMO FOI DIFÍCIL PARA DEUS

Lembro-me do primeiro dia em que deixei a Emily na
Escola. Era a primeira dos filhos (o Peter foi pra escola com ela anos mais
tarde) a enfrentar essa situação. Eu e a Liz também nunca havíamos passado por
isso. A experiência de uma separação, ainda que pequena – ela só passaria à
tarde na escola – foi difícil.
Hoje eu penso naquilo e lembro do PAI que é Deus. Como
será que Deus se sentiu quando enviou seu filho ao mundo? A bíblia diz assim: “Aquele
que nem mesmo seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como
não nos dará também com ele todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Max Lucado diz que, quando os anjos proclamam o
nascimento de Jesus aos pastores nas cercanias de Belém, Deus parece um pai
orgulhoso anunciando o nascimento de seu filho. Da mesma forma quando sua voz rasga
os céus e diz no batismo: “Este é meu filho amado em quem tenho prazer”.
Entretanto, como o coração de Deus deve ter doído quando
ouviu a voz entrecortada de seu filho: "Pai, passa de mim este cálice".
Eu deixei a Emily dentro de um ambiente seguro, com
uma professora compassiva e pronta para enxugar quaisquer lágrimas. Mas o
Senhor soltou Jesus em uma arena hostil com um soldado cruel que transformou as
costas do seu Filho em carne viva.
Eu me despedi da Emily sabendo que ela faria
amizades, riria, desenharia figuras. O Senhor despediu-se de Jesus sabendo que
cuspiriam nele, caçoariam dele e o matariam.
Entreguei minha filha plenamente ciente de que se ela
precisasse de mim, eu estaria ao seu lado num instante. O Senhor despediu-se de
seu Filho plenamente ciente de que quando ele mais precisasse do Pai, quando
seu brado de desespero rugisse pelos céus, o Pai ficaria em silêncio.
"Ele deu o melhor que tinha", raciocina
Paulo. "Por que duvidaríamos do seu amor?" argumenta Paulo no
versículo anterior (Romanos 8.31)
Estou aqui sentado, pensando sobre esse Deus que, por
amor a mim e a você mandou Jesus, seu filho, pra morrer em nosso lugar. Que pai
faria isso? Nosso Pai se importa conosco. Louvado seja Deus.
Pr. Arnildo Klumb
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
NO FINAL, QUEM SE BENEFICIA COM SEU VOTO?

Toda pessoa
deve conhecer os seus direitos de cidadão para que possa saber quando eles não
estão sendo cumpridos, e assim tomar as atitudes necessárias para o
restabelecimento dos mesmos. Desse modo você exerce sua cidadania, que nada
mais é do que a busca de uma vida digna. Seguindo seus direitos e deveres você
está exercendo sua cidadania.
Para
que os nossos direitos sejam cumpridos, é de vital importância, na verdade um
“dever”, saber escolher os nossos líderes. O
voto precisa ser consciente. Uma vez que me proponho a votar em alguém por
causa de uma ajuda pessoal que recebi, por causa de um assistencialismo
aplicado a mim, por causa de uma promessa que é referente a um interesse meu, então
esse meu voto está na verdade praticando um desserviço à cidadania, um anti-serviço
à comunidade em geral, até porque, uma pessoa que age assim está sendo igual ou
pior do que o próprio “mau” político. Nós é que os colocamos lá. Deveríamos ter
os melhores critérios.
Ser
cidadão é votar consciente. E, votar consciente é, não só analisar o carisma do
candidato, ou sua “paixão pela cidade”, mas, sobretudo, seus planos, suas
metas, sua competência, seu passado e, se possível, seu caráter.
O quadro atual demonstra sempre a
ineficiência ou eficiência do voto. Quando olhamos pra Campo Mourão podemos
friamente analisar se o povo, em sua maioria, votou de maneira sábia. Outra
coisa, pouco vale colocar dois ou três bons políticos, que tem bons planos e
metas específicas, se estes estão ou estarão ladeados de políticos
assistencialistas, que não tem planejamento nenhum, e que na realidade são
protagonistas de um círculo vicioso, onde o sub-produto são pessoas que nunca
terão condições de viver independentes, que sempre estarão agarrados à saia do
governo, ou da sociedade. Não se engane, esses bons políticos serão engolidos
em seus projetos, pois, dificilmente um projeto deles será aprovado em
detrimento a interesses próprios que em nada ajudam o povo. Por exemplo, quando
eu morava em uma cidade próxima aqui de Campo Mourão (antes de ser transferido
pra cá), um vereador fez um extraordinário projeto sobre a redução do valor da
energia. O projeto teve a aprovação técnica de profissionais capacitados, mas,
quando “analisado” por alguns na câmara, foi logo vetado. Porque foi vetado?
Porque, se o projeto fosse aprovado, o tal vereador levaria as honrarias e os
demais se sentiriam desprestigiados, logo, era melhor vetar. Eu estive lá nesse
dia, e percebi que algumas defesas contrárias ao projeto foram simplesmente
ridículas. O plenário que assistia a sessão chegou a perder a compostura. Mas,
porque não passou? Por interesses próprios. E a população? Que se dane...
Por
isso, o preparo e o planejamento do seu político precisam ser levados em conta,
muito mais do que o carisma que a pessoa apresenta na hora de pedir seu voto.
Alô população, veja quais os planos
CONCRETOS de seu político. Não o faça apenas beneficiar-se do poder público sem
que tenha condições para AJUDAR de maneira REAL essa NOSSA cidade. Pesquise o
passado, prove o presente, para que você possa ter esperança para o futuro.
EXERÇA SUA CIDADANIA. Não jogue seu
voto fora. Pois, jogando o voto fora, alguns serão beneficiados e muitos, inclusive
você meu amigo, que votou, serão prejudicados.
Pastor Arnildo Klumb
(Pr. Arnildo é Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil
em Campo Mourão, Av. Goioerê, esq. com Rua Guarapuava)
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
POLITICANDO...

A
palavra de Deus diz que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor (Sl 33.12).
Estamos
chegando próximo às eleições. Nesse momento costumam aparecer os oportunistas
de plantão, aqueles políticos populistas, motivados por essa politicagem de compra
de votos, seja por uma cesta básica, uma pinga no boteco da esquina ou uma
promessa incabível. Muitas vezes nos queixamos por má administração, mas como
nos queixar se comprometemos nosso voto com pessoas que nos prometem, se
possível fosse, até o céu. Aliás, ao que parece, gostamos mesmo é de promessas.
Sabemos que as pessoas não poderão cumprir tudo o que prometem, pois política
não é feita individualmente – é um grupo que manda – mas nós, ao que parece,
gostamos de promessas pra continuarmos alimentando nossa ilusão e delas vivemos.
Veja por exemplo, os slogans dos candidatos, se não são todos repetidos das
últimas campanhas. Irão melhorar a saúde, educação, segurança, etc... Talvez
nunca melhorem as coisas pra continuarem prometendo melhoras na próxima
campanha, deve ser isso...
O
que precisamos fazer é estudar mais cada político. Ver sua história como gente.
Ver se suas propostas são coerentes com a função que virá a desempenhar. É preciso
analisar o caráter de cada um, não só o discurso inflamado e persuasivo. Eu creio
que um bom requisito para um político seria o “temor do Senhor”. Porque,
temendo a Deus, de quem ele não pode esconder nada, pelo menos trabalharia com
a verdade. Vale aqui lembrar a frase famosa do huguenote protestante, mas que
era mutante, Henrique IV, que, guando buscava o reinado da França no século
XVI, disse assim: olha, Paris vale bem uma missa. Então, de forma conveniente,
ele volta a ser católico pra reinar na então católica França.
Hoje
nós vivemos isso também. O pleito eleitoral parece uma Paris pós-moderna. Para
eleger-se, alguns protestantes (evangélicos) são capazes de jogar búzios, ateus
de frequentarem missas e católicos de se
tornarem evangélicos, e assim por diante, tudo em nome do “voto”.
Nesses
tempos, os políticos gostam de visitar as Igrejas e são de tudo um pouco, pra
agradar a mim e a você.
Devemos
abrir o olho.
Feliz
é a nação cujo Deus é o Senhor.
Um
homem de Deus precisa ser diferente.
Um
homem de Deus não está preocupado em agradar o povo, está preocupado em
abençoar o povo, agradando a Deus.
Abraços...
quinta-feira, 12 de julho de 2012
A DIFERENÇA PEDE LICENÇA
A sociedade é um imenso mercado, onde muito cedo as pessoas são etiquetadas e colocadas em algum lugar, sem escolha possível. O bonito, o feio, o desajeitado, o inteligente, o atrasado, o grande, o pequeno, o normal, o anormal…
E julga-se, sem piedade, os fracos, os fortes, os vencedores, os perdedores, os sãos, os doentes.
Chama-se de diferente aquele que não está na mesma linha de normalidade que a maioria do ser humano. Mas, o que é ser diferente senão o fato de não ser igual? Não somos assim, todos diferentes?
Por que etiquetas, se todos trazemos em nós riquezas inúmeras, mesmo se muitas vezes imperceptíveis aos olhos humanos?
A diferença pede licença sim!!!
Dá-me oportunidade!
Deixa-me mostrar quem sou, ao meu tempo! Deixa-me desenvolver minhas capacidades e farei florir meu deserto.
Peço é oportunidade para mostrar do que sou capaz. Peço aceitação para estar no meu lugar, não o escolhido pra mim, mas aquele onde sou capaz de chegar.
Se não plantamos sementes, jamais colheremos frutos!
Deixar que cada qual desenvolva a seu tempo e seu ritmo o seu potencial é dar abertura ao mundo. É a diversidade de flores que dá a beleza a um jardim.
Quem é normal e quem é anormal se o sangue corre da mesma forma para todos, se o coração bate da mesma forma, se as lágrimas têm a mesma cor e se o sorriso fala com as mesmas palavras?
A diferença pede aceitação, pede respeito, pede tolerância e pede, sobretudo, muito amor.
Anormal não é quem foge dos padrões sociais; anormal é quem não compreende e não aceita que somos todos seres imperfeitos, mas, nem por isso, diminuídos aos olhos de Deus; anormal é quem se acredita grande e pensa que o mundo todo é pequeno; é quem não percebeu o verdadeiro significado da palavra amar.
Quando Jesus morreu de braços abertos foi para abraçar toda a humanidade; quando perdôou o ladrão, lavou pés, sarou cegos e leprosos, foi para nos dar a lição da humildade, para nos mostrar que grande mesmo é aquela pessoa capaz de abrir todas as portas do seu coração e de olhos fechados receber com amor todo aquele que a vida coloca no nosso caminho, independente da sua classe social, raça, religião, condição física ou mental.
A diferença pede licença!…
Abra-lhe o caminho e você vai ver onde ela é capaz de chegar!
Letícia Thompson
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